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De fato.

Como diria um amigo meu em momento de dorgas...
"As coisas simplesmente acontecem."

Uma pessoa VS. Um poeta

Uma pessoa escreve apenas por escrever
Um poeta escreve por prazer
Uma pessoa pode escrever bem
Um poeta pode escrever mal
A diferença é que a pessoa pode escrever com rancor
Já o poeta, escreve por amor

Fico aqui olhando uma caixa de mentos
Ela prende minha atenção, destrói meu foco
Uma pessoa pensaria em tormentos
Um poeta a reverenciaria
Por ter lhe dado mais uma ideia

ComOuSemSentido

Avidanãopassadepalavrascomousemsentido
Nãotemostempoparaparareouvir,respirarefalar
Issonostornasecos,semsentidos,perdidosentreletras
Nostornaumamontoadodepalavras

Poemasforamfeitosparaseremapreciados
Nãoparaserem lidossemumaideiadereflexão
Tornoestepoemadifícildeserlido
Paraquevocê,leitor,pareepense
Noqueperdestescomapressa

Nãoencareissocomoumaperdadetempo
Mascomoummomentodereflexão
Casoapressasejavossaamiga,acalme-se
Opoemajáestáacabando

Antes,deixe-melhefazerumapergunta
Quantas coisas você já perdeu por estar apressado?

Ideia: Vini
Poema: Kunquat

Natureza e Alma

As almas que vivem dentro das árvores
Choram pela destruição de seus corpos e lares
Quanto tempo as almas ainda irão sofrer?
Algo impede o homem de pensar
Destruindo tudo a sua volta

[vini]
Pássaros negros que voam rumo a lua
Levem consigo toda esta amargura
Alguns dizem que almas não sentem
Infelizmente, para mim, eles mentem
[/vini]

Plantas que rastejam pelo chão
Carreguem consigo as almas que aqui ficaram
Porque erraram ou por não terem paciência
Quantas almas impuras estão entre nós?
Algo impede o homem de viver
O que está a acontecer?

Lamento que toda a natureza tenha de morrer
Por um mal que habita a alma dos vivos
E só é curado após a morte
Infelizmente, é muito tarde

Crônicas?

Possível conversa entre dois pinos de boliche:

Pino dois: Eu não sei o que é pior, ser acertado pelas bolas ou ficar rodando dentro das maquinas depois que caímos.
Pino cinco: Eu prefiro a bo... *BLOM* - A bola chega e acerta os pinos.
Pino dois: Haha, eu não caí. Chinelão, bobão, não sabe se cuidar.
Alguém: Felipe, pega a bola pesada, por favor.
Pino dois: OMG *Suspiro* - A bola passa reto pelo pino. – Haha, ainda não ca... *BLOM*
Moral: Não xingue os outros com algo que você também passará.

Pino Dois: Kunquat
Pino cinco: Vini

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Possível conversa entre uma Zebra e um Corvo:

Zebra - Quem você pensa que é para sentar na minha 154ª listra branca? Não está vendo que com você aí a minha 154ª listra branca fica metade preta?
Corvo - Desculpe-me nobre servo da natureza, mas minha vida é rodeada de caos, de problemas e de mentiras. Parei em sua listra branca, pois queria um pouco de calma, de brilho, mas tudo o que consigo é deixar vossa listra meio preta.
Zebra - Credo, que depressivo. Pode continuar aí, assim você consegue sua paz e eu pareço mais o que sou: Preta com listras brancas.
Corvo - Sei que os raios que chocam-se contra suas listras, mentem sobre sua verdadeira forma. Você é preta, assim como eu, mas não relacionam você com um agouro.
Zebra - Ei cara, você já está começando a me chatear sendo tão forma é depressivo.
Corvo - Não que eu seja depressivo, mas eu, como adorador da noite, filho da Lua, tenho obrigação de tratar os filhos do Sol com respeito.Aqui, em cima desta listra branca, me perco nesta dimensão, não sou um filho do Sol como você, nem filho da Lua, sou filho das Estrelas, um meio, uma fuga. Você, animal preto e branco, não deveria ser rancoroso como os filhos do Sol, nem “depressivo” como os filhos da Lua. Desculpa-me por esta associação de cores, não há praticamente nada de relação.
Zebra - Claro, concordo plenamente. – Sai correndo, tentando fugir do Corvo e não olha para trás. O Corvo voa em direção a uma árvore, para não ficar voando sem rumo.
Corvo - É, mais uma vez sou tratado como um diferente. Só me resta esperar que a noite chegue e meus irmãos despertem.

Zebra: Vini
Corvo: Kunquat

lixão analógico

Ganhei um lixão após uma festa de caminhoneiros. Fantasiado de coelho comprei uma galinha bem depenada, mas ela ainda conseguiu se suicidar. Hoje o meu lixão falou "obrigado" e me abraçou, depois fomos ao cemitério para celebrar o meu ato heróico. Lá tinha um bolo cheio de hipopótamos gordos e fofinhos, porém eles começaram a gritar "aaa..." e dançar "tchá tchá tchá". Depois do meu acidente do bolo cheio de hipopótamos, eu e o lixão screamamamos (v. screamar) lady newton e rebolationizamos (v. rebolationizar). Após rebolationizarmos, fomos comer pastelina / beber cachaça "Déuva"; muito fraca por que escalamos Lo Monté Everêsté; conseguimos beber, mas derrubamos os dois hipopótamos dentro do cantil cheio pela metade de chantily sabor uva. Voltamos para Inglaterra onde confraternizamos com um vulcão extinto, pegamos sobre a mesa uma colher chamada spoon. Doentes caindo sobre cascatas de chocolate com uva, mas um camaleão trocou sua cor enquanto comia sorvete "Déuva" com chocolate e dividia com suavidade. Joguei um pedaço duro e mole no pescoço do lado da chuteira que ficava no coisa ao lado do bagulhete junto do esquema em cima do troço. Eu e meu lixão nos dirigimos para o Himalaia, para buscar um coelho verde legítimo e pintado de bolinhas para descontentar completamente um humano escandinavo.


Analogia da vida:
Viver é como subir em uma escada rolante que desce. Para viver é necessário subir e até para ficar parado é preciso andar.

O Passado